Últimas notícias:
Sindicato Rural de Paranaíba oferece curso gratuito sobre saúde e qualidade de vida da pessoa idosa.
Mudanças climáticas: MS lança ação integrada e fortalece municípios para enfrentar eventos extremos.
Banda Raimundos, que abriu shows do Guns N’ Roses no Brasil, será atração da Costelada em Paranaíba.
Detran-MS abre inscrições para curso presencial de reciclagem de condutor infratores em Três Lagoas.
Paulo Corrêa participa de convênio que prevê redução de até 20% no consumo de energia de servidores.
Arauco investe em transporte escolar e habitação para garantir crescimento sustentável de Inocência.
Polícia Militar recupera produtos furtados e prende autor durante Operação Força Total em Paranaíba.
Câmara de Paranaíba aprova projetos e indicações em prol da comunidade durante 39ª Sessão Ordinária.
Reestruturação garante retomada do MS Saúde e fortalecimento da rede de atendimentos especializados.
Presidente da Câmara busca liberação de verba para conclusão da Escola José Garcia Leal em Brasília.
Em Paranaíba, Paulo Corrêa destaca que MS é potência em energia limpa e desenvolvimento sustentável.
Consulta pública da Iagro propõe medidas para garantir sanidade avícola durante exposições e feiras.
Nova lei aumenta pena para abandono e maus-tratos contra idosos, crianças e pessoas com deficiência.
Um foragido preso pela Polícia Civil em Paranaíba marcou o desfecho de uma busca que durava 14 anos.
Produtor de cana e eucalipto sem limite de área no FCO, mas financiamento fica em R$ 20 milhões
- Silvana Nadir Garcia Machado MTE - 103/MS
- 29/10/2026
Por: Assessoria
O
Conselho Estadual de Investimentos Financiáveis pelo FCO (CEIF/FCO) mudou as
regras do FCO para quem planta
cana, eucalipto ou laranja em Mato Grosso do Sul. Sai o limite de 500 hectares
por produtor e entra um teto de R$ 20 milhões por proponente para implantar
essas lavouras. A deliberação foi publicada no Diário Oficial do Estado desta
quinta-feira (29) e já está em vigor.
O
FCO, Fundo Constitucional de Financiamento do Centro-Oeste, empresta dinheiro
federal com condições próprias para produtores e empresas da região. As regras
gerais vêm da Sudeco e do Ministério da Integração. O conselho estadual define
prioridades e vedações extras para Mato Grosso do Sul.
O
que muda na cana, nas florestas e nos citros
Pela
norma anterior, de abril, o FCO não financiava a implantação ou renovação de
canaviais nem a implantação de florestas acima de 500 hectares por proponente.
Os pomares de citros tinham dois limites: 500 hectares e R$ 20 milhões.
A
nova deliberação substitui a régua da área pela do dinheiro. A implantação de
canaviais e a implantação e condução até o 3º ano de florestas e de pomares de
citros ficam limitadas a R$ 20 milhões. A conta inclui as operações do FCO que
o produtor já tem em andamento para a mesma finalidade.
O
custo da irrigação fica fora do teto. Para analisar os projetos, o conselho vai
usar como referência os custos técnicos divulgados pela Biosul, no caso da
cana, pela Reflore-MS, no caso do eucalipto, e pelo Fundecitrus, no caso dos
citros.
Na
Bacia do Alto Paraguai, que inclui o Pantanal, continua proibido financiar a
expansão da área de cana. Florestas já plantadas também seguem sem direito a
crédito de custeio para manutenção.
Prioridades
e proibições
As
prioridades do FCO Rural no Estado continuam as mesmas: suinocultura,
avicultura, sistemas de irrigação, pecuária leiteira, correção e conservação do
solo e da água e armazenagem.
O
fundo segue proibido de financiar a supressão de vegetação nativa. Também está
vedada a compra de veículos por locadoras, transportadoras de carga e empresas
de ônibus de linhas regulares. Usinas de energia para vender eletricidade a
terceiros e a compra isolada de caminhões não são prioridade.
Pedidos
para comprar máquinas agrícolas, implementos, caminhões e aviões agrícolas, de
qualquer valor, continuam passando pela análise do conselho por carta-consulta.
Gado:
limites mantidos
Os
valores para compra de gado não mudaram em relação a abril. A matriz bovina de
12 a 24 meses pode ser financiada em até R$ 2.900 por animal, e a de 25 a 36
meses, em até R$ 3.400. O limite é de 2.000 matrizes por beneficiário, desde
que o produtor esteja recuperando ou formando pasto.
No
Pantanal, a linha de retenção de matrizes financia até R$ 1.600, R$ 1.800 ou R$
1.900 por fêmea, conforme a idade. O teto é de 2.500 matrizes por beneficiário.
Touros de raça podem ser financiados em até R$ 15 mil cada.
A
nova deliberação foi aprovada na reunião de 21 de outubro e revoga a de abril.
Os pedidos de financiamento seguem passando pelos agentes financeiros e, nos
casos previstos, pela carta-consulta ao CEIF/FCO, presidido pelo secretário de
Meio Ambiente, Desenvolvimento, Ciência, Tecnologia e Inovação, Artur Falcette.
Deixe uma resposta
Seu endereço de e-mail não será publicado. Os campos obrigatórios estão marcados com *.





