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Detran de Mato Grosso do Sul já derrubou mais de 10 sites falsos em 2026 e intensifica monitoramento.

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  • Silvana Nadir Garcia Machado MTE - 103/MS
  • 09/04/2026

Por: Governo do MS

 Todos os anos o Departamento Estadual de Trânsito de Mato Grosso do Sul (Detran-MS) intensifica o monitoramento e o combate a fraudes digitais que utilizam indevidamente o nome da instituição, especialmente por meio de sites falsos que simulam serviços oficiais.

Somente no último ano, a equipe de Tecnologia da Informação do Detran-MS atuou diretamente na identificação e derrubada de 24 domínios fraudulentos. O trabalho é contínuo e baseado tanto em denúncias quanto em rotinas próprias de verificação, com respostas rápidas para reduzir riscos à população. Atualmente, os relatos de tentativas de golpe chegam ao órgão com frequência quase diária. De janeiro a março deste ano, mais de 10 endereços falsos já foram derrubados.

Além da atuação técnica, o Detran-MS mantém uma estratégia permanente de orientação ao cidadão. Alertas frequentes são publicados nos canais institucionais, com instruções claras sobre como identificar tentativas de golpe e acessar os serviços de forma segura.

O avanço desse tipo de crime também tem sido tratado em conjunto com a segurança pública. No ano passado, o diretor de Tecnologia da Informação do Detran-MS, Robson Lui, esteve na 3ª Delegacia de Polícia Civil de Mato Grosso do Sul para relatar a recorrência dos casos e alinhar ações de enfrentamento à esses casos. 

“O Detran-MS mantém atuação permanente no monitoramento e na resposta a fraudes, com tratamento imediato de todas as denúncias recebidas. Sempre atuamos diretamente para minimizar o impacto ao cidadão”, afirma o diretor.

Apesar das tentativas externas, o Detran-MS esclarece que não há qualquer registro ou evidência de invasão aos seus sistemas ou ao site oficial. As plataformas do órgão operam com múltiplas camadas de segurança, incluindo autenticação via Gov.br, garantindo a proteção dos dados dos usuários.

Casos envolvendo páginas clonadas e mensagens fraudulentas têm sido registrados em diferentes instituições e estados brasileiros, o que demonstra que a prática criminosa é recorrente e não se restringe ao Mato Grosso do Sul.

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